Alimentos

Em constante investimento para ampliar os parâmetros oferecidos para análises de água e alimentos, cientes das responsabilidades das empresas, desenvolvemos um setor no laboratório especializado para tal segmento.

Iogurte

LEGISLAÇÃO

Resolução N°5

13 de novembro de 2000

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Bolores e leveduras/g

Leite cru refrigerado

LEGISLAÇÃO

IN N°51/MAPA

ANÁLISES

Contagem padrão em placas

Leite pasteurizado

LEGISLAÇÃO

IN N°51/MAPA

ANÁLISES

Contagem padrão em placas

Coliformes/g (35°C)

Coliformes/g (45°C)

Salmonella sp/25mL

Manteiga

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes totais/g

Coliformes/g (45°C)

Salmonella sp/25mL

Staphylococcus coag.pos./g

Queijo de baixa umidade

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Salmonella sp/25g

Queijo de média umidade

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Salmonella sp/25g

Listeria monocytogenes/25g

Queijo de alta umidade

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Salmonella sp/25g

Listeria monocytogenes/25g

Queijo de muito alta umidade com bactérias láticas em forma viável e abundante

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Salmonella sp/25g

Listeria monocytogenes/25g

Fungos e Leveduras

Queijo de mais alta umidade com bactérias láticas em forma viável e abundante

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Salmonella sp/25g

Listeria monocytogenes/25g

Fungos e Leveduras

Queijo ralado

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Salmonella sp/25g

Fungos e Leveduras

Queijos fundidos ou reelaborados e queijos processados UHT ou UAT

LEGISLAÇÃO

Portaria N°146

07 de novembro de 1996/MAPA

ANÁLISES

Coliformes/g (30°C)

Coliformes/g (45°C)

Staphylococcus coag.pos./g

Instruções para coleta
Análise Microbiológica e Físico-Química
1 – ALIMENTOS, BEBIDAS E MATÉRIAS-PRIMAS

1.1 – QUANTIDADE DE AMOSTRA A SER COLETADA

Deve-se proceder à coleta de amostras dos alimentos em suas embalagens originais não violadas, observando a quantidade mínima de 200g ou 200mL por unidade amostral;

No caso de toxinfecções alimentares, colher as sobras do alimento consumido pelo indivíduo afetado; Produtos a granel, ou de porções não embaladas na origem, deve-se cumprir as Boas Práticas de Coleta;

No caso de alimentos comercialmente estéreis, cada unidade da amostra indicativa deve ser composta de no mínimo 3 (três) unidades do mesmo lote, para fins analíticos.

1.2 – BOAS PRÁTICAS DE COLETA:

O responsável pela coleta não deverá apresentar ferimentos nas mãos e braços. Se isso ocorrer, cobrir o ferimento com curativo e usar luvas de látex descartáveis e estéreis;

Higienizar as mãos com sabão antisséptico ou lavar com sabão e fazer assepsia com álcool 70% deixando secar ao ar;
Não falar, tossir, espirrar ou realizar movimentos bruscos durante a coleta;

Em caso de amostras perecíveis, manter as amostras sob refrigeração, colocando as mesmas dentro de um segundo saco plástico limpo e resistente em caixas isotérmicas, contendo sacos com gelo.

1.3 – ENVIO DA AMOSTRA

As amostras devem ser transportadas na mesma temperatura como é para a comercialização;

Alimentos com baixa atividade de água (desidratados, secos ou concentrados) podem ser transportados à temperatura ambiente, devendo ser protegido contra a umidade;

Alimentos congelados devem ser transportados congelados até o momento da análise, não podendo sofrer descongelamento total ou parcial durante o transporte (temp. abaixo de -18°C). O transporte deve ser feito em caixa de isopor com gelo seco, de forma que o produto não entre em contato direto com o gelo. No caso da embalagem não vedar a entrada de gases, deve-se utilizar uma embalagem secundária. Rótulos e etiquetas devem ser à prova d’água, para prevenir a perda de dados;

Alimentos refrigerados devem ser transportados e mantidos sob refrigeração desde a coleta até o momento da análise. A temperatura deve ser entre 0°C e 4,4°C e o intervalo máximo de 24 horas entre a coleta e a análise. Na impossibilidade de se proceder à análise no intervalo de tempo preconizado, as amostras devem ser congeladas e mantidas nas mesmas condições descritas para amostras congeladas. O transporte deve ser feito em caixa de isopor com gelo, sendo recomendável o uso de sachês de gelo reutilizável em gel. Na indisponibilidade do gelo em gel, pode ser utilizado gelo comum, desde que acondicionado em bolsas plásticas (DEVE SER EVITADO! Alguns microrganismos são sensíveis ao congelamento o que pode interferir no resultado da análise). Sempre evitar o contato direto da amostra com o gelo. Rótulos e etiquetas devem ser a prova d’água.

Alimentos comercialmente estéreis com embalagens em condições normais podem ser transportados e estocados à temperatura ambiente, devendo ser protegidos contra exposição a temperaturas superiores a 45°C. Embalagens estufadas devem ser acondicionadas em bolsas plásticas devido ao perigo de vazamento de material de alto risco microbiológico. O transporte e a estocagem devem se feitos sob refrigeração (0 a 4°C) e o intervalo entre a coleta e a análise deve ser o menor possível, não devendo ultrapassar 48h. Se a análise destinar-se à confirmação de suspeita de deterioração por bactérias termófilas, a refrigeração não é indicada.

1.4 – AMOSTRAS DE EQUIPAMENTOS, UTENSÍLIOS E MANIPULADORES DE ALIMENTOS

Este tipo de amostra deve ser colhido, necessariamente, por um técnico do laboratório.

DEMONSTRAÇÃO DO PROCEDIMENTO DA COLETA DE ALIMENTOS

1. Identificar o saco de coleta com os dados da amostra;

2. Destacar a parte superior e abrir saco;

3. Com auxílio de um utensílio estéril (colher, espátula, etc.), transferir o produto para o saco de coleta;

4. Retirar o ar presente, enrolar a extremidade superior (fita amarela) de 4 a 5 vezes e dobrar os cantos para manter o saco bem fechado (se necessário, colocar uma fita adesiva para evitar abrir o frasco no transporte).

OBS: Preferencialmente os alimentos devem ser enviados ao laboratório em suas embalagens originais.